segunda-feira, 6 de abril de 2015

EUA começam a render-se às casas com bom isolamento para maior eficiência


Se nalgumas coisas se olha para os EUA como sendo uma referência a seguir, noutras são eles que têm olhar para os exemplos europeus: como a aposta nas casas onde o isolamento é capaz de evitar os custos com a climatização.

A maioria dos americanos considera "normal" que uma casa tenha uma caldeira para a aquecer (e daí o maior impacto que sistemas como o NEST têm). Pelo lado negativo, esse pressuposto base de que a casa poderá ser mantida à temperatura desejada faz com que se minimizem as preocupações com as coisas que deste lado do Atlântico assumem maior importância: como as questões do isolamento, tanto nas paredes, como caixilharias das portas e janelas, e do próprio vidro utilizado. Coisas que implicam custos acrescidos na altura da construção, mas que aos poucos também vão convencendo os norte-americanos de que valem a pena.

É um tema que surge mesmo a propósito de uma questão que recentemente surgiu na nossa mailing list, sobre os métodos mais eficientes para manter uma casa confortável, e onde não faltaram sugestões e discussão (no bom sentido, entenda-se) sobre os prós e contras dos diversos sistemas: dos pisos radiantes ao ar-condicionado, passando pelas lareiras e salamandras e tudo o mais.

Também lá se referiu que o primeiro ponto - e o mais essencial - será ter uma casa com bom isolamento e uma projecto que desde logo garanta que a mesma terá a protecção/exposição adequada para que, de forma natural, se possa aproximar de uma amplitude térmica confortável ao longo do ano com o mínimo de assistência extra. Claro que nem sempre é fácil... e muitas vezes as soluções ideais consistem em coisas que estão fora do orçamento disponível. Mas... é sem dúvida um factor de importância fundamental e que merece toda a atenção.

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